Apenas 2 dados....

Dado 1: "Mesmo com a expectativa nas alturas, a estréia de "Homem-Aranha 3" no Brasil superou todas as previsões em termos de público. O filme "Homem-Aranha 3" atraiu cerca de 1,7 milhões de espectadores no Brasil. Somente no primeiro dia de exibição, a última sexta-feira (3), "Homem-Aranha 3" levou 487 mil brasileiros aos cinemas, outro recorde.O sucesso continuou no fim de semana, com público de 620 mil no sábado e 600 mil no domingo"

Dado 2: O filme Fahrenheit 11 de Setembro é o documentários mais visto da HISTÓRIA DO CINEMA no Brasil, com 674.145 expectadores....

Coisas que eu entendo (ou não).

 

Eu entendo quem torce pro São Paulo, eu entendo quem torce pro Palmeiras, Vasco ou Atlético Mineiro. Eu entendo quem gosta de Tortoise, Hurtmold ou até mesmo o Maurício Takara em carreira solo. Eu entendo que assiste (não apenas uma vez) Senhor dos Anéis, Homem-Aranha, Motoqueiro Fantasma e até mesmo Hulk.

Eu entendo quem escuta Thelonious Monk, Sonny Rollins e Brad Mehldau. Eu entendo também alguém que ache que Gondry, os Irmãos Coen e Kevin Smith são gênios. Também consigo entender alguém que prefira Charles Chaplin (ou até mesmo Mazzaroppi) a Groucho Marx ou ainda Beatles a Oasis.

Entendo quem diz que Uncle Tupelo era melhor do que Wilco ou que Gabriel Garcia Márquez talvez não seja tudo isso. Entendo quem não gosta de livros despretensiosos como os de Nick Hornby ou André Takeda. Entendo quem prefere IPods ou genéricos àquela maravilha que é o cd (e seus encartes peculiares). Entendo quem prefere o doce ao salgado ou ainda a cerveja à vodka.

Entendo quem acha que documentários são cansativos, mesmo sem ter assistido aos filmes de grandes mestres como Jean Rouch. Entendo até quem prefere alugar um filme a curtir um cineminha.

Entendo ainda quem prefere o Rei do futebol ao Rei da música e até aqueles que dizem que este último evoluiu depois da morte de sua amada.

Entendo quem acha que o cinema brasileiro é uma porcaria mesmo não tendo visto nenhum filme do cinema-novo e que acha que o cinema europeu é cansativo, mesmo sem ter assistido a nenhum filme de Saura.

Entendo quem não acha a menor graça em Family Guy e prefira Homer à Peter Griffin. Entendo quem nunca viu “O Buda” ou “Valentin”. Entendo quem acha futebol coisa de homem ou que tenha prazer em escutar Bruno & Marrone ou César Menotti & Fabiano. Também consigo entender quem tenha ficado triste com a separação do New Order, do Los Hermanos ou até do Sandy & Júnior. Entendo quem goste de rock brasileiro mesmo sem ter ouvido Blitz, Barão Vermelho (de verdade) e Camisa de Vênus. Entendo também quem goste de música brasileira, mesmo sem ter ouvido Pixinguinha, Jacob do Bandolim ou Ernesto Narareth. Entendo ainda quem se diz fã de cinema mesmo sem ter assistido aos filmes de Eisenstein, Vertov, Buñuel ou Fritz Lang.

 

Eu só não entendo uma coisa: Como alguém pode gostar de Bjork?????

 

http://www.youtube.com/watch?v=YFsbVjcvY8w

Um pouco de ação no governo...

Primeiro foi Schwarzenegger e agora....Stallone???

Bom, cá estamos novamente!

Devido a um problema com a máquina (eu entendo vocês, Zack e Tom) eu simplesmente não consigo colocar nenhuma foto do Coachella por aqui. Acho que os arquivos são muito grandes, sei lá....se alguém souber como me ajudar...

Entre milhões de coisas que poderia escrever sobre este fantástico festival, vamos começar com o básico. Pouco a pouco, ao longo dos dias vou colocando uma crítica sobre os shows que por lá aconteceram. Antes de tudo, um ranking com os 5 melhores shows:

5º - Julieta Venegas (juro, juro, juro! Já era, Rufus!)

4º - Kaiser Chiefs

3º - LCD Soundsystem (será que dá pra fazer um blog meio....assim....new rave?!)

2º - Arcade Fire

1º - ........

OK! Desencanemos de fazer esse ranking pois ainda faltam os shows do RATM, Travis, Arctic Monkeys, Mando Diao etc. etc. etc.

Já que falei desta simpática banda sueca, a primeira crítica vai ser exatamente sobre o show do Mando Diao. Quem nunca ouviu essa banda, por favor ouça que vale a pena:

O Mando Diao entrou em cena sob um sol de mais ou menos 42º (sim, celsius), mas que, àquela altura do evento, já era considerado normal. Tá, talvez não pra eles que vinham da Suécia, mas...

A banda entrou em cena com uma música clássica grandiosa. Talvez isso tenha ficado um pouco estranho pois, talvez, os garotos que fazem muito sucesso em seu país natal) tivessem esquecido que estavam tocando em plena tarde para uma platéia de mais ou menos 200 pessoas (número que foi crescendo absurdamente no decorrer do show).

Priveligiando as músicas de seu último cd, Ode to Ocrhasy, a banda dos vocalistas Gustaf Noren e Björn Dixgård entrou com tudo. Aliás, ouvindo os cds, eu nunca tinha reparado que a banda tinha 2 vocalistas. Sinceramente....alguém já tinha???

Bom, sem desperdiçar um segundo de seu tempo de shows (que era friamente calculado), o Mando Diao foi imendando suas músicas uma atrás da outra, sem nenhum segundo para conversinhas bestas com o público.Aliás, a atitude meio Gallagher que eles aprentam nos discos é completamente comprovada ao vivo. A pose Blasé não é quebrada nem na interpretação de uma das músicas mais bonitas de todo o festival, "Ocharsy". Infelizmente, assim como 99% dos presentes) eu ainda não conhecia esta canção (que, alías, agora estou completamente viciado), mas foi fantástico como Dixgård conseguiu, sozinho, fazer com que grande parte do Coachella parasse para olhar para ele!

Boa Mando Diao!!!!!! Infelizmente (e sem sacanagens) creio que foi uma oportunidade única de ver os shows desses escandinavos. Acho difícil um TIM Festival chamar, do nada, esses caras para tocarem por aqui.

De qualquer jeito, fica a torcida.

"I was dreaming 'bout times, times that are gone
Times when I lived alone in my own land called ochrasy
That place was everything to me
The world I made it up you see
It's all there in my fantasy
And I believe it "

PS: Meio gay esse negócio de colocar as letrinhas, né?! Prometo que é a primeira e última vez...

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